Olho pra lembranças do passado e de ontem, meu presente. Digo: Deus, enfim, aceito o belo bom.
Que venha, então, o pássaro que carinhosamente beija e traga, flor.
Venha a tranquilidade num estrondo de gargalhada sua absolutamente estridente que me cessa a histeria, o mal. Venha esse mesmo som de seus lábios, seus lábios aos pedaços. Tocar meus ouvidos, o som, e os lábios a ponta da orelha.
Com calma urgente, eu quero poder sentir e dizer: eu te. Eu quero ver aqui em mim, em nós, no torpor ameno do nosso pudor sem vergonha.
Espera. Eu espero. Eu te.
Nenhum comentário:
Postar um comentário