Havia a menina e o que se esperar dela. Havia os sentimentos e as lágrimas que vinham com eles. Havia o mundo e há de se viver nele.
Os campos, as flores, haviam por ela. Ela havia porque havia eles, os sentimentos. Os sentimentos são ruins, às vezes ruins, por haver elas, as lágrimas. O mundo da menina não havia, mas ela o via. Só ela.
Ao propósito do haver, nada há para se preocupar. Por próprio, de propósito, era assim e não há como mudar. A menina sabe e sente. E mente para si por não gostar do sentir assim, dói e não há como curar. Há lágrimas por propósito de demonstrar.
Sofre. Havia tudo e tudo possui um propósito para haver. No propósito não havia preocupação com ela, a própria. Sofre. Sem propósito, ou de propósito, não quer, por tanto, haver.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Crescendo
Quente vil que me arde no peito
Vem como luz liberdade e seduz
Pedaço do seu que caiu
E cobriu e sorriu
A mim sou entregue
Perte indominante controla meu ser
Não nego o poder que me tem
Por fazer crescer em mim
As sombras
Que a ti já cobriu
Vem de pecado rasgado
Mostrado
Chama negra que ofusca meus olhos
Os teus a são
Disfarçada de paixão deslumbrante
A dor
Expande, pungente
A dor sempre esteve aqui
Por não crer contrapondo o querer
Covarde
Abalastes o melhor de mim
Era bom era pleno
Fazia-me feliz
Destruistes sem dó
Arrancarei o broto saudade
Que ousar começar.
Vem como luz liberdade e seduz
Pedaço do seu que caiu
E cobriu e sorriu
A mim sou entregue
Perte indominante controla meu ser
Não nego o poder que me tem
Por fazer crescer em mim
As sombras
Que a ti já cobriu
Vem de pecado rasgado
Mostrado
Chama negra que ofusca meus olhos
Os teus a são
Disfarçada de paixão deslumbrante
A dor
Expande, pungente
A dor sempre esteve aqui
Por não crer contrapondo o querer
Covarde
Abalastes o melhor de mim
Era bom era pleno
Fazia-me feliz
Destruistes sem dó
Arrancarei o broto saudade
Que ousar começar.
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