O albúm de retratos está vazio, tracado no armário. Ele conta com o tempo que parece incontável. Não houve o que pudesse ser fotografado.
Existe uma dor que nasceu da espera. Espera pelo gesto, pela palavra, pelo beijo. É dor da distância, da impossibilidade. O medo de esquecer também doi, já que é muito pouco e foi muito rápido para ser lembrado.
É uma dor insana pelo que poderia ter sido, mas que de modo geral não fou nada.
p.s.: Queria agradecer à você, minha amiguinha companheira de lápis, Nara, por ter escrito um poema TÃO LINDO e inspirador. Como não tenho capacidade para poemas, fiz esse monólogo. Chorar no seu ombro, é chorar de modo literário e bonito. Obrigada.
giih ficou liindo seu monlogo , brigada
ResponderExcluirfico feliz sabendo que estou conseguindo teconsolar bem , principalmente da meneira com q vc falou. *__________________*