Meu riso, tão constante, tende a ser reflexo da sua presença. Ausência trará sensações que indicarão: é vício. Não espere de mim cautela. Não há contenção em devaneios.
Aproveite-me, pois sou passageira. Aproveito-te, porque o que vem com você, talvez venha pra ficar. E tentar, sugar e transformar. Seu começo tem gosto de saudade e é o melhor mal que eu posso imaginar.
Seria ótimo estender, mas você não me permite esperanças. Ainda assim, fico. Porque é errado. Porque é bom. É novidade, é lindo, é pleno, é riso. É você, sou eu, é fim de chuva.
Bem vindo, meu Abril.
(escrito dia 03/04/10)
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